Não é ata notarial
Uma ata é lavrada por tabelião, com fé pública. A certidão é produzida por sistema, com os elementos que permitem conferir a integridade do arquivo. Onde a ata for exigida, é a ata que resolve.
A prova de um conteúdo público, guardada antes de sumir, assinada com ICP-Brasil e conferível por qualquer pessoa.
Cada prova registrada em blockchain pública
Para que ninguém, nem o próprio Constatei, possa mudar uma prova depois, ou fingir que ela é mais antiga do que é.
Pense num livro de registro com milhões de cópias espalhadas pelo mundo, que ninguém consegue apagar. Todo dia anotamos nesse livro a impressão digital de cada prova guardada. Esse livro é uma blockchain pública.
O que você ganha com isso
A data não pode ser falsificada.
Fica provado que a prova já existia naquele dia, e que ninguém a mudou depois.
Ninguém precisa confiar no Constatei.
Qualquer pessoa pode confirmar, inclusive o juiz e a parte contrária.
Continua valendo mesmo sem o Constatei.
O registro fica na blockchain, e não nos nossos computadores. Se um dia deixarmos de existir, ele continua lá.
Como conferir
Digite o código impresso na certidão na página pública de conferência.
A página mostra que a prova está registrada em blockchain pública, com a data do registro.
Um link abre o mesmo registro num site público, fora do Constatei.
Isso prova a data e que nada mudou. Não prova que o conteúdo é verdadeiro. Como garantimos a prova
Todo o acervo preservado é registrado diariamente em blockchain pública.
Empresas, escritórios e pessoas usam a mesma certidão. Muda o caso, não a prova.
Uma publicação ataca o nome da empresa, imita a marca ou oferece um produto falso em nome dela. A certidão guarda a publicação antes que ela seja apagada.
Uma oferta enganosa, uma cópia do seu conteúdo, uma promessa pública que não foi cumprida. O que estava no ar naquele dia fica registrado.
Um texto, um vídeo ou uma sequência de stories ofende ou expõe alguém. A certidão preserva o conteúdo e o momento em que ele foi coletado.
O anúncio, a página de preço ou as condições como estavam publicadas quando a compra foi feita, e não como estão depois de alteradas.
Uma publicação pública que interessa a uma reclamação trabalhista, de qualquer lado, preservada com data e origem.
Propaganda, ataque ou conteúdo de campanha, preservado com os três momentos registrados, para instruir uma representação.
A coleta é do sistema, não da sua habilidade com a ferramenta.
Não há navegador remoto para operar nem tempo contado. O sistema coleta o conteúdo pelo endereço, e a checagem diz antes de qualquer cobrança o que será capturado.
A publicação, a página que a repete e os stories de uma conta, todos do mesmo caso, num documento só e por um crédito só.
Guardamos o que a origem devolveu: o texto, cada imagem, cada vídeo, e a transcrição da fala quando há áudio.
Quem recebe a certidão sobe o PDF na página pública de conferência e vê o resultado na hora, sem cadastro e sem calcular hash à mão.
A assinatura ICP-Brasil no PDF, o hash SHA-256 de cada arquivo e o registro diário em blockchain pública. Cada uma se confere com ferramenta de terceiros.
A certidão diz o que afirma e o que não afirma, e ensina a conferir em três passos. Um juiz, um cliente ou a parte contrária entende sem perito.
A certidão é um conjunto de elementos que permitem a um terceiro conferir, sozinho, que o arquivo não mudou desde a coleta.
Os bytes que a origem devolveu, e não uma fotografia da tela: o texto, cada arquivo de mídia, os quadros extraídos de vídeo e a transcrição da fala quando há áudio.
A certidão em PDF, com os três momentos registrados separadamente: quando a origem publicou, quando o conteúdo foi coletado e quando a captura foi preservada.
O hash SHA-256 de cada arquivo preservado, impresso na certidão junto do tamanho e do tipo de cada um.
A assinatura digital ICP-Brasil embutida no PDF, com o certificado e-CNPJ da emitente, conferível em qualquer leitor de PDF ou no validador do ITI.
O código de conferência, impresso na própria folha, que abre o registro de emissão na página pública de conferência.
O pacote de evidências, um arquivo compactado com todos os bytes preservados e o índice de hashes, com o próprio hash impresso na certidão.
A conferência é pública e não exige cadastro. A assinatura do PDF e o pacote de evidências continuam conferíveis mesmo sem o nosso site.
Validar uma assinatura no ITIO que faz esses elementos resistirem quando a parte contrária impugna o arquivo está descrito por extenso na página da prova. Por que essa prova resiste à impugnação .
A ordem é a que a perícia usa: primeiro o que foi examinado, depois como, e só então o que permite conferir.
Número do registro, identificador completo da emissão, quem solicitou e quando, em horário de Brasília, e o que a certidão afirma e não afirma. Na mesma folha, o código que abre o registro de emissão e o selo da assinatura ICP-Brasil com o CNPJ de quem assinou.
Para cada endereço: a origem, o canal, o título da página, os três momentos, o texto, a transcrição da fala, as imagens em tamanho legível e os quadros extraídos do vídeo, marcados como tais. A transcrição é de máquina, e o documento diz isso.
Três passos: abrir o registro de emissão pelo código, conferir a assinatura do PDF e, se quiser ir além, refazer o hash de cada arquivo na própria máquina. Junto vêm as advertências sobre imprimir e sobre editar o arquivo.
O que a certidão não prova, o que acontece se o PDF for impresso ou editado, e os limites da transcrição de máquina, ditos por escrito e não deixados para a parte contrária descobrir.
Os arquivos preservados, um por linha, com tamanho, tipo e hash. É o único lugar do documento com números técnicos: o resto se lê sem eles.
Só existe se você escreveu a linha opcional na hora de pedir a certidão. Sai reproduzida palavra por palavra, identificada como declaração de quem pediu a emissão e não como afirmação do Constatei.
A certidão registra fatos de coleta e de preservação. Ela não diz se o conteúdo é verdadeiro, não aponta conduta de ninguém e não é parecer jurídico.
Cole os endereços dos conteúdos públicos que precisa preservar, até dez por certidão. Os stories de uma conta entram como um conteúdo só.
Gratuita: diz o que será capturado antes de qualquer cobrança, e recusa o endereço que não alcança, dizendo o que colar no lugar.
Um crédito vale uma certidão de até dez conteúdos. A coleta acontece na sua frente, conteúdo por conteúdo.
A certidão sai pronta para download, com o código de conferência impresso. Quem a recebe confere sozinho.
O Constatei está abrindo as primeiras contas. Deixe o seu contato e avisamos quando a sua estiver pronta.
Quero usar o ConstateiA checagem do endereço acontece antes da cobrança, e é ela que responde por este bloco em cada caso concreto.
Um conjunto definido de origens públicas, por endereço de publicação individual. O sistema aceita o que um navegador ou um botão de compartilhar entrega: endereço curto, endereço de aplicativo, parâmetros colados no fim. Ele desfaz tudo isso antes de consumir crédito.
Stories também são capturados enquanto estão no ar, e a cópia preservada continua conferível depois que eles expiram. Se expirarem antes de a coleta alcançá-los, o crédito volta para a conta.
Notícia, loja, portal, blog, página de empresa ou de órgão público. A página é renderizada por navegador, fotografada e preservada junto do próprio HTML.
Página inicial de uma conta, resultado de busca e listagem: são endereços que mudam sozinhos e não identificam uma publicação. Em todo caso a recusa diz o que colar no lugar.
Só é preservado o que qualquer pessoa vê sem senha e sem contornar bloqueio. Conversa privada, e-mail e conta fechada não são alcançados.
Uma ata é lavrada por tabelião, com fé pública. A certidão é produzida por sistema, com os elementos que permitem conferir a integridade do arquivo. Onde a ata for exigida, é a ata que resolve.
Ela registra o que foi coletado e quando. O juízo sobre o conteúdo e sobre o que fazer com ele é de quem a pediu e de quem o assessora.
Prova que aquele conteúdo estava publicado naquele endereço, naquele momento, e que o arquivo não mudou desde então.
Só o que está publicamente acessível, sem credencial e sem contornar bloqueio. Se o conteúdo exige acesso autorizado, a certidão não é o instrumento.
A preservação começa no instante da coleta. O que foi removido antes disso não é alcançado: por isso vale preservar assim que o conteúdo aparece.
O conteúdo pode sair do ar a qualquer momento. A certidão fica.